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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Munique e Freising

Marienplatz em Munique
Eu e Leo
Mamãe e urso de Freising
No restaurante tailandês
Mamãe em frente ao castelo de Sigmaringen

Saímos de Liechtenstein um pouco tristes por deixar um lugar tão belo e cômodo, mas prontas para a próxima. Passamos na estrada super felizes, ainda mais poque vimos neve e tudo. Atravessamos 30 minutos da Áustria (e nem sabíamos) para chegar em Munique. Para nosso azar, tivemos um controle ali no finalzinho, e um segurança arrancou 120 euros de nós, porque não havíamos um passe especial da Áustria. Muita pena, mas eu não podia ter feito nada de diferente.
Chegamos no hotel de Munique que eu havia visto pela internet, com internet e estacionamento, fizemos check-in e fomos comer num restaurante típico bavário. Foi muito bom!!! Cerveja grande e legumes com queijo derretido por cima, nham nham.
Logo após, fomos para a casa do meu amigo Léo e ele nos mostrou a sua fazenda, com vaquinhas e bezerrinhos, a coisa mais fofa! Não consegui me comunicar bem com elas, porque acho que elas só falam alemão mesmo.
Logo após Léo nos levou a Munique e nos mostrou os principais pontos turísticos e interessantes. É incrível, é tudo muito grande lá. Ruas, monumentos, praças etc.
Mamãe resolveu ficar no hotel e fomos eu e Léo à procura de um bar interessante. Foi estranho pra mim voltar ao mesmo lugar que estive ano passado, fazendo quase o mesmo percurso, mas numa situação completamente diferente. O tempo estava quase o mesmo: chuva quase o tempo todo.
Passando de bar em bar porque estavam todos lotados, acabamos ficando em um mexicano por 30 minutos e fomos embora, já que a chuva não ajudava. O coitado voltou de trem e eu fui nanar.
No outro dia eu e mamãe fomos visitar Freising, onde se localiza a cervejaria mais antiga do mundo. Sem querer contar o detalhe que não achamos a tal, visitamos bem a cidade e também o castelo, que infelizmente estava fechado, mas mesmo assim conseguiu me fazer quase quebrar o pé na frente dele. O bichinho inchou de tal forma que mesmo hoje, 5 dias depois, ainda dói. Não deixei de conhecer nada, eu ia mancando mesmo, mas ia. É engraçado se passar de defic... cof cof, pessoa com capacidades limitadas. As pessoas te olham diferente, não sei se bom ou ruim. Acho que posso ter certos privilégios assim, hihihi.
A cidade é bem fofa. Compramos um monte de coisa, pra variar. Mamãe quase infartou de tanto andar. Ah, e comemos num restaurante tailandês muito bom, barato e lindo. Valeu muito a pena.
À noite o Léo apareceu de novo no Hotel e fomos para a casa dele com os amiguinhos bavários dele. Foi divertido, ele me mostrou algumas fotos bem batutas (ele diz que é fotógrafo).
No outro dia partimos para Sigmaringen.






quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Liechtenstein

Café-da-manhã em Liechtenstein
Vista do quarto

Eu e o castelo da família real (caimos nele sem querer)

Termas batutinhas

Sr. metálico e o seu jornal

Ah, nem vem que não sou tão pesada

Quarto tudo-de-bom

(...) saindo de Lugano, fui dirigindo até Liechtenstein, apelidado de "paisinho" por mim e minha mãe. Ele é tão pequeno, que no meio do caminho eu disse: -Mãe, acho que já estamos no paisinho. Ela: - Ah, claro que não, está longe ainda... Quando olho a próxima placa, está o nome da capital do principado, já havíamos chegado havia um tempo hihihi. Chegamos à noite, e a primeira impressão que tive é que ia chegar no céu de tanto que subia uma montanha. E tinha cada curva que me dava medo. Eu via as luzinhas lá embaixo e me perguntava o que eu estava fazendo naquele fim de mundo. Estávamos perdidas quando avistei o nome do hotel cujo site e fotos me atraíram bastante. Paramos para dar uma olhada. O quarto era lindo, de madeira do jeito que eu gosto e a cama hiper-mega-ultra confortável e a vista parecia batutinha também. Ficamos com o quarto. Quando acordamos e olhamos pela janela, WOWWWW, o que era aquilo. A vista mais linda do mundo (vide foto). Tomamos um café-da-manhã numa sala com parede de vidro (vide foto de novo) e partimos para a aventura no paisinho. Era tudo bem fofo mas não tinha nada pra fazer além de olhar as casinhas tchutchuquinhas. Paramos no posto de gasolina para nos divertir (mentira, era só pra colocar gasolina mesmo), e como boas brasileiras que precisam de alguém pra colocar gasolina, fomos perguntar a um moço do outro carro como fazia pra colocar a gasolina. Era um italiano loucão que foi casado com uma brasileira!!! Eita, mundo pequeno. Ele nos explicou como colocar a gasolina e nos levou até o centro da cidade, além de nos mostrar um restaurante "mara" e barato. Bem fofo. No jantar, comemos no próprio restaurante do hotel. A saga do champignon continou, óbvio. Com noodles, com salada, com carne (pra mamãe, visto que sou vegetariana), com tudo. Lá, uma alemãzinha simpática me contou de umas termas que ela ia ali perto que era gostosa e barata. Acabamos indo lá no dia seguinte. Chama-se Tamina e fica em Bad Ragaz. Eu não tenho muita paciência para ficar na água quente parada, sem fazer nada, mas mamãe adora (como todas as tias "véias"). Valeu a pena ter tentado ser alemã/finlandesa por 10 minutos entrando na água a 40º e depois na de 10º e depois voltado na de 40º e ter queimado o pé gostoso ali. Fomos na parte externa, com água a 34º e ar a uns 5º, olhando as montanhas com neve ao fundo, bem bonito. Tentamos conversar com os suíços que ali estavam. Saiu uma mistura de "oi, tudo bem" que durou uns 5 minutos tentando decidir se aquilo era alemão ou inglês que falávamos. Acho que nos entendemos melhor com as risadas que com palavras. A vida é bela. Após 2h de mãos e pés enrugados, fomos conhecer o centrinho da cidade. A coisa que mais me interessou foi o jornal do Sr. metálico (vide foto again). Foi ali o primeiro super mercado que começamos a torrar dinheiro. Ai ai... Pegamos o carro que estava estacionado num lugar privado de um hotel como se nada tivesse acontecido e voltamos pro paisinho. Dormimos maravilhosamente bem e no outro dia partimos para Munique.




sábado, 13 de novembro de 2010

Vídeo do post anterior

Viagem pela Europa com mamãe






















Chegou, chegou, chegou!!!
Finalmente estou com a gordinha aqui comigo!

O dia que chegou o dry dock (férias) foi uma confusão. Eu nem dormi na noite anterior para curtir ao máximo as pessoas que iam embora. De manhã tivemos que ir às 6h no escritório não-sei-das-quantas para buscar o passaporte, depois ir em um monte de lugar pra poder sair.
Fiquei em um hotel perto do aeroporto de Milão, com a Émilie - minha amiguinha francesa.
No outro dia me levaram para o aeroporto e fui buscar a mamãe. Esperei 2 horas com o coraçãozinho quase pulando fora, até que ela chegou, toda fofa e sorridente.
Nos abraçamos, e fomos buscar o carro alugado.
Primeira destinação: Como, no norte da Itália.
O hotel na verdade era uma casa de família (de uma muito simpática, por sinal). Ficamos em um quarto todo colorido, pena que só passamos uma noite. Visitamos o centro de Como à noite e não deu pra ver quase nada, hahaha.
No outro dia de manhã voltamos lá e passeamos um bocado de carro. Vimos o lago não muito bem, pois estava chovendo, mas era lindo mesmo assim.
Gente, o outono aqui é muito óbvio, as cores das árvores e folhas são demais!
De tarde já fomos para Lugano, na Suíça, um lugar que visitei ano passado e achei bem bonito.
Vimos muitas lojas caríssimas, passeamos em volta do lago e comemos em um restaurante típico. Foi nesse momento que começou a overdose do champignon (melhores explicações nos próximos posts).
Eu e a gordinha parecíamos crianças brincando o tempo todo, falando besteira, zuando com a cara de todo mundo (em português, sem que eles percebessem (acho)), dançando, tirando fotos etc.
Essa é a primeira vez na minha vida que passo mais de um dia SÓ com ela, sem mais ninguém. Sem preocupações, sem stress, responsabilidades, etc. Só uma curtindo a outra e a cidade. É tudo que eu sempre quis mas que nunca achei que fosse possível. AÊ MÃE, CONSEGUIMOS! Palmas para nós.

Como coloquei muitas fotos para esse post, deixo pra falar das outras cidades nos próximos posts.

domingo, 7 de novembro de 2010

Outros ventos

Certo dia sonhei com uma árvore que estava sendo escondida por vários lagartos, ou camaleõs, ou sei lá o que era. No dia seguinte fui à Tunísia e me deparei com esta criaturinha.


Na famosa sexy night


Eu e meu primo querido Chagas



Io em Palma de Mallorca, quase divina


...e a catedral lá atrás


Na última crew party antes do dry dock ( parada do navio para manutenção)

E e o trio paraguaio que fez essa última semana inesquecível


O fofo do garçom do restaurante que vou toda quinta-feira em palma (que nunca mais vou ver, btw)



Uoba!

Estou aqui mais uma vez, pra contar as novidades fresquinhas.
Finalmente estou de fériasssssssssssssssssssssssss. Felicidade a quase mil.
Mas não estou tão aliviada.

Convivi com pessoas por 6 meses. As mesmas carinhas, os mesmos hábitos, as mesmas festas,
as mesmas fofocas etc. Algumas pessoas podem ir embora e você nem percebe,nem vai lembrar.
E outras pessoas que você começa a sofrer de saber que daqui 1 mês ela vai embora.
Bom, está feito. Agora todos foram embora. Só restaram os do Spa que trabalham comigo e alguns filipinos.
Daqui 2 semanas vai ser tudo novo. Se será melhor? Não sei. Mas diferente com certeza. Só espero que essa mudança de destinação e de pessoal faça o tempo passar rápido e bem. Bem vivido, eu diria.
Mais uma etapa concluída.
O que vem agora?
Minha mamãeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Ela chega daqui a algumas horas. Nesse exato momento estou num hotel em Milão só pra dormir e amanhã buscá-la no aeroporto.
Ainda não sabemos exatamente onde vamos. Eu tinha pensado em Suíça e França, mas acho que dá pra mudar um pouquinho e visitar mais coisas. Sugestões são bem vindas.
Depois de quase 8 meses sem vê-la, acho que vai ser uma sensação bizarra. Seja a impressão que nunca nos separamos, seja que, nossa, tudo mudou. Vejamos.
Essa semana eu dormia 2h por noite. O meu recordo foi dormir 5 horas em uma noite, não lembro qual. De ontem pra hoje não dormi.
É como se eu estivesse drogada. Não faço idéia do que estou escrevendo.
Bom, enfim, só quis dizer que essa semana foi extremamente intensa, que estou triste de ter acabado mas feliz de ter vivido tudo isso.
Acho que algumas fotinhas podem traduzir bem isso.
Beijos e até loguinho.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Tempos difíceis














Olá!

Como faz um tempinho que não posto, resolvi atualizar um pouco este blog.
Tenho notícias boas e não-boas (não quero usar a palavra "ruim").
As coisas no Spa não andam bem. O stress é geral e está todo mundo desistindo (exceto as filipinas, óbvio). A cada reunião a gente sai mais estressado e a qualidade dos nossos serviços está caindo por causa disso.
Essa tal de porcentagem de vendas que a manager tanto quer está baixa, e não para de abaixar por essa pressão que ela tanto coloca na gente.
Eu, cada vez que chega o fim do tratamento e tenho que começar com o blá-blá-blá todo pra vender produtos, começo a ficar nervosa e com medo de receber um "não". E quando recebo, fico me sentindo muito mal depois. E óbvio que o cliente também, pelo distúrbio que causei.
Isso é normal?
Não pra mim.
Faltam 5 semanas pra isso acabar (pausar) e acontecer a coisa que mais esperei da minha vida:
.
.
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Viajar com a mamãe!!!!!!!! Só eu e ela!!
A fofa vai vir para a Europa, vamos alugar um carro e passear pela Suíça e França. Juro, não tem como ser mais perfeito.
Só o tempo que é um pouco curto. Vão ser 12 dias no total.
O problema é como aguentar ficar aqui por mais 5 semanas. O tempo NÃO passa. Estou fugindo ao máximo do trabalho, tentando ir pra minha sala por 10 minutos esvaziar um pouco a cabeça, ou passear pelo navio, mas não dá, o stress não passa. Acho que eu seria capaz de desenhar cada nó que tenho nas costas. Meu rosto está com vários pontinhos vermelhos e arde muito cada vez que estou estressada.

A única coisa que tem me consolado é no horário de folga pesquisar sobre essa viagem que vou fazer (que aliás é isso que faço no momento).
Quero pedir a cada um de vocês que lêem meu blog para me mandar energia positiva nesses tempos difíceis que estou passando aqui. E prometo que vocês terão essa energia boa de volta logo ;)
Obrigada!!

Fotos:
Eu e Verônica - a italiana que faz os momentos aqui serem um pouquinho menos difíceis
Eu admirando o trio húngaro de música clássica do navio (primeira vez que vi meu cabelo novo de trás)
Um sorriso de Marseille que alegrou meu dia
Eu recordando a infância antes da festa brasileira (na minha casa, quando eu queria me esconder da minha mãe, subia até o teto de um corredor igualzinho e ficava lá até perder a graça que ninguém me achava)
A festa brasileira
Eu e Émilie na última vez que fui em uma praia de Palma de Mallorca


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Novidades
























Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Como vai meu povo amado??

Estamos passando por um período muito difícil no spa, e por isso deixei de postar por um tempo.
Como estávamos sofrendo muito, deixei para postar quando as coisas melhorassem um pouco para eu poder ver a situação de fora
Em geral estou bem agora. Estou conseguindo manter uma indiferença que é muito necessária para não misturar sentimentos e relação profissional.
Nomeada "sem coração", "sem sentimentos", etc. minha manager tem assustado todos do spa. Essa semana uma 3ª pessoa vai embora do spa por causa dela, e já tem uma fila dos que vão logo. Não me coloquei nessa fila porque acho que sou capaz de ser forte quanto a isso, só não sei se vou querer ser capaz. Ficou muito confuso?
O complicado é que a cada semana, dia, hora e minuto da vida no navio, a cabeça e os nossos sentimentos mudam. Em uma hora estou agradecendo a Deus por ter tido essa oportunidade única de estar num navio lindo, na europa, trabalhando com o que eu sempre quis, falando várias línguas e conhecendo gente do mundo inteiro. Na outra hora imagino a cena do meu reencontro com todos do Brasil, que estou sentindo tanta falta. Quando vou poder dormir até a hora que quiser, quando eu puder passear sem olhar o relógio a cada 30 minutos. Quanto eu vou poder ser livre pra fazer o que quiser e do jeito que eu quiser, sem receber ameaças de caso não fizer tudo com perfeição.

A minha manager é romena. Não sei se por isso, ela é capaz de falar a pior coisa do mundo com naturalidade. Essa semana ela já falou a duas colegas minhas que é pra elas decidirem quando vão embora, porque não têm professionalismo e respeito ao trabalho. Minha melhor amiga é uma delas. Vejo no mínimo uma pessoa chorando por dia.
Se atrasamos um minuto na reunião com todos do spa, que acontece quase todo dia e não é contado como hora do trabalho, ela proibe de entrar e ainda dá um papel que é punição, e se acumulamos 3 somos mandados embora.
São coisas mínimas, mínimas mesmo, que pode virar o fim da sua carreira com a Steiner.
Atenção, falo particularmente da minha manager. O meu ex manager, o Tino, era completamente diferente.

Por outro lado, o lado que tento sempre olhar, estamos falando da melhor terapeuta de "Ionithermie" de várias companhias de navio que trabalhou, reconhecida por todos. Essa frieza que tanto reclamamos é exatamente o ponto dela que nos faz crescer a cada dia. Que nos faz chegar perto da perfeição, se é que isso existe. Todos, todos mesmo, tem muito o que aprender. Cabe a nós levar cada "bronca" como lição e um degrau a ser subido na profissão, ou chorar, reclamar e falar que não aguenta mais e que quer ir embora.
Ela segue cada regra da Steiner e Costa 100%, sem espaço pra erros. E ela realmente distribui "warnings", essa tal de punição.
Logo que eu cheguei no navio, tinha facilidade pra vender. Depois que o Tino foi embora, eu comecei a decrescer de um jeito que estou ficando pior que quase todos. Por que? Descobri que quanto mais eu sei, mais as coisas ficam confusas na minha cabeça, e mais dificil fica me comunicar e explicar para o cliente como cada produto age no corpo, de uma forma simples.
Outro dia ela e eu fizemos uma simulação de consulta e venda na minha sala. Eu terapeuta, ela cliente. Para ver o que eu estava fazendo errado. Ela me deu vários conselhos.
A minha primeira cliente depois desse treinamento comprou 450 euros em produtos. Vêem?
Essa manager é completamente útil na nossa vida.
Agora imaginem, temos umas 6 filipinas no spa, que estão lá não por experiência, não para aprender idiomas, mas sim porque tem família, filhos a sustentar e educar. Elas não tem outra alternativa. Dia a dia elas sofrem por não conseguir se comunicar com absolutamente nenhum cliente por barreira linguística, e tem essa pressão por vender. Se eu estou com dificuldade de vender falando bem francês e um pouco italiano, imaginem elas que falam 0 dessas línguas.
Agora imaginem uma manager que toda reunião, 5 vezes por semana no mínimo, nos ameaça se não fizemos no mínimo 35% do nosso total do dia e semana só de vendas de produtos.
Isso é uma pressão de verdade.
Mas acredito que cada um passa por o que merece. Colocando numa balança, isso ainda vale a pena para elas.

Estou sendo muito complicada, óbvio que estou muito confusa quanto a tudo isso. Desculpem se não deixei nada claro.
A questão é, tudo, mas tudo na vida, depende dos olhos que você vê. Se algo está errado em nossa vida e não estamos feliz pode ser porque: vemos tudo da forma que queremos, vemos defeito em tudo; ou, vemos que as coisas estão erradas e insatisfatórios e esperamos que algo vá cair do céu, não fazemos nada a respeito.
Estou procurando uma frase do Gandhi para traduzir tudo que estou querendo dizer, mas não encontro. Assim que a encontrar posto aqui.

Deixo com vocês umas fotos que fizemos em Palermo e em Palma de Mallorca. O menino que aparece na foto é o cantor latino do navio. Tão fofo que ganhou o prêmio de pessoa mais simpática e sorridente do navio, elegido pelos próprios tripulantes.
Enjoy.
Beijo no coração de todos, fiquem bem e mandem notícias, por mais que eu suma.